Ah cara.
Vc tá tranquila, no trem, conversando no celular com sua santa mãe, falando mal da vida alheia, e adentra na composição uma mulher com uma barata pendurada.
É, o inseto.
E a dita resolve voar e dar uma conferida no ambiente. Imagina um vagão feminino, fechado, com uma barata se achando um F-16 da marinha americana? (Sou fã de Top gun, SIM!)
Então, voltando. Foi uma zona. A mulherada gritando, tentando quebrar as janelas, apertando botão de emergência e o escambal!
Aí a bicha resolve descansar em cima de quem? De mim, óbvio. Minha vida correu um sério risco e faltando pouco para ser soterrada por uma enxurrada de sapatadas, pulei gritando: Mãe! Uma barata pulou em mim. E a bonita da minha progenitora ficou mais preocupada em ter achado uma nova espécie de barata, a saltadora, e começou a pensar em nomes de saltadoras olímpicas pra dar pra barata.
Moral da história: Em se tratando de barata, nem mãe é solidária.
PS. A barata passa bem. Desceu em Madureira.
#blogdaFaDu
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